Nível de flexibilidade do quadril de idosas praticantes e não praticantes de hidroginástica

  • Francisco das Chagas Araújo Sousa Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual do Piaui (UESPI), Teresina-PI, Brasil.
  • Jainy Helena Leitão Reis Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.
  • Raimundo Robson Lopes Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.
  • Augusto Cesar Evelin Rodrigues Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.
  • Evaldo Hipolito de Oliveira Universidade Federal do Piauí (UFPI), Teresina-PI, Brasil.
  • Roseane Mara Cardoso Lima Verde Doutoranda em Engenharia Biomédica, Universidade Brasil, Brasil.
  • Raimundo Nonato Cardoso Miranda Junior Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.
  • Francisco Laurindo da Silva Biólogo, Doutor em pela Universidade Federal de Minas Gerais e professor Adjunto do UniFacema, Caxias-MA, Brasil.
  • Halmisson Darley Santos Siqueira Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.
  • Francisléia Falcão França Santos Siqueira Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), São Luís-MA, Brasil.
  • Wenderson Costa da Silva Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.
  • Cirley Pinheiro Ferreira Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.
  • Luis Alberto de Sousa Rodrigues Faculdade Facid Wyden (FACYD), Teresina-PI, Brasil.
  • Nathália Martins Rodrigues de Sousa Miranda Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.
  • Francirraimy Sousa Silva Faculdade do Paiuí (FAPI), Teresina-PI, Brasil.
Palavras-chave: Idoso, Exercício, Flexibilidade, Qualidade de Vida

Resumo

Introdução: A hidroginástica frequente possui determinadas vantagens na terceira idade, através das alterações corporais que fazem parte do curso normal do envelhecimento, assim fortalecendo os sistemas envolvidos na melhoria da flexibilidade corporal, da autonomia e da qualidade de vida dos idosos. Objetivo: Analisar o nível de flexibilidade do quadril das idosas que frequentam e as que não frequentam a hidroginástica nos Centro Convivência do Idoso. Materiais e métodos: Tratou-se de uma pesquisa descritiva exploratória com caráter qualitativo e quantitativo, desenvolvida com 50 idosas praticantes e não praticantes de hidroginástica dos Centro de convivência dos idosos. Resultados e discussão: Houve uma diferença notória entre os grupos; mais especificamente, as idosas que praticam hidroginástica têm uma flexibilidade maior do que as idosas que não praticam hidroginástica, mas essa diferença não foi tão grande. Este fato pode ser justificado por causa do que é visto na prática, as mulheres com maior idade geralmente procuram a hidroginástica quando têm restrições funcionais em alguma articulação, dor, diminuição da flexibilidade ou a presença de enfermidade reumática, como osteoporose, pois essa modalidade de exercício promove baixo impacto nas articulações do corpo às propriedades físicas da água, que reduz o peso corporal, tornando mais fácil a locomoção sem afetar as articulações. Conclusão: A hidroginástica, pode promover benefícios funcionais, como o desenvolvimento do nível de flexibilidade das articulações, contribuindo para a autonomia e auxiliando na prática das atividades no dia-a-dia, possibilitando a melhora da postura e da coordenação dos segmentos do corpo, e ainda a redução das tensões articulares.

Biografia do Autor

Francisco das Chagas Araújo Sousa, Faculdade de Ciências Médicas, Universidade Estadual do Piaui (UESPI), Teresina-PI, Brasil.

Professor Adjunto da disciplina de Fisiologia do Curso de Medicina da Faculdade de Ciências Médicas da UESPI.

Jainy Helena Leitão Reis, Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.

Graduada em Educação Física pelo UniFacema, Caxias-MA, Brasil.

Raimundo Robson Lopes, Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.

Educador Físico, Professor assistente do UniFacema, Caxias-MA, Brasil.

Augusto Cesar Evelin Rodrigues, Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.

Médico Veterinário, Mestre em Epidemiologia pela Fiocruz e professor Assistente do UniFacema, Caxias-MA, Brasil.

Evaldo Hipolito de Oliveira, Universidade Federal do Piauí (UFPI), Teresina-PI, Brasil.

Farmacêutico bioquímico, Doutor em Biologia dos Agentes Infecciosos e Parasitários pela UFPA e professor Associado da UFPI, Teresina-PI, Brasil.

Roseane Mara Cardoso Lima Verde, Doutoranda em Engenharia Biomédica, Universidade Brasil, Brasil.

Engenharia Biomédica, Universidade Brasil, Brasil.

Raimundo Nonato Cardoso Miranda Junior, Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.

Farmacêutico bioquímico, Doutor em Biologia dos Agentes Infecciosos e Parasitários pela UFPA e professor Adjunto do UniFacema, Caxias-MA, Brasil.

Halmisson Darley Santos Siqueira, Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.

Farmacêutico, Mestre em Farmacologia pela UFPI e professor assistente do UniFacema Caxias-MA, Brasil.

Francisléia Falcão França Santos Siqueira, Universidade Estadual do Maranhão (UEMA), São Luís-MA, Brasil.

Médica Veterinária pela UEMA, Caxias-MA, Brasil.

Wenderson Costa da Silva, Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.

Graduando em Enfermagem pelo UniFacema, Caxias-MA, Brasil.

Cirley Pinheiro Ferreira, Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.

Educadora Física, Especialista em Nutrição e Atividade Física pela UESPI e professora auxiliar do UniFacema, Caxias-MA, Brasil.

Nathália Martins Rodrigues de Sousa Miranda, Centro Universitário de Ciências e Tecnologia do Maranhão (UniFacema), Caxias-MA, Brasil.

Nutricionista, Especialista em Nutrição Clínica e Esportiva, preceptora do curso de Nutrição do UniFacema, Caxias-MA, Brasil.

Referências

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-Assunção, A.A.; Carlos, J.; Souza, R.P.; Paz, G.A.; Maia, M.F.; Lima, V.P. Comparação dos níveis de flexibilidade entre idosas praticantes de ginástica localizada e hidroginástica. Revista Brasileira Ciências da Saúde. São Caetano do Sul. Vol. 14. Num. 47. 2016. p. 19-24.

-Bonachela, V. Manual básico de hidroginástica. 2ª edição. Rio de Janeiro. Sprint. 2008.

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-Matsudo, S.M.M. Avaliação do idoso: física & funcional. Londrina. Midiograf. 2009.

-Pollock, M.L.; Wilmore, J.H. Exercícios na Saúde e na Doença: Avaliação e Prescrição para Prevenção e Reabilitação. 2ª edição. Rio de Janeiro. MEDSI. 1993. p. 233.

Publicado
2021-05-19
Como Citar
Sousa, F. das C. A., Reis, J. H. L., Lopes, R. R., Rodrigues, A. C. E., Oliveira, E. H. de, Verde, R. M. C. L., Miranda Junior, R. N. C., Silva, F. L. da, Siqueira, H. D. S., Siqueira, F. F. F. S., Silva, W. C. da, Ferreira, C. P., Rodrigues, L. A. de S., Miranda, N. M. R. de S., & Silva, F. S. (2021). Nível de flexibilidade do quadril de idosas praticantes e não praticantes de hidroginástica. RBNE - Revista Brasileira De Nutrição Esportiva, 13(83), 1050-1057. Recuperado de http://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/view/1515
Seção
Artigos Científicos - Original

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