Consumo di integratori alimentari nelle palestre di Cachoeiro de Itapemirim/ES

  • Nathália Marques Moreira Universidade Gama Filho
  • Antonio Coppi Navarro Programa de Pós-Graduação Lato-Sensu da Universidade Gama Filho - Bases Nutricionais da Atividade Fí­sica. Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercí­cio - IBPEFEX
  • Francisco Navarro Programa de Pós-Graduação Lato-Sensu da Universidade Gama Filho - Bases Nutricionais da Atividade Fí­sica. Instituto Brasileiro de Pesquisa e Ensino em Fisiologia do Exercí­cio - IBPEFEX. Grupo de Estudo e Pesquisa em Fisiologia e Prescrição do Exercí­cio - UFMA
Parole chiave: Attività fisica, Supplemento di cibo, Guadagno di massa

Abstract

L'uso di integratori alimentari è in crescita ogni anno, quindi questo studio mira a valutare questo consumo da parte dei praticanti di attività fisica nelle palestre di Cachoeiro de Itapemirim. La ricerca è stata svolta in tre palestre, attraverso un questionario e ha avuto un campione composto da 113 volontari, di età compresa tra i 18 ei 55 anni. Del campione, il 41,6% non utilizza integratori, mentre il 58,4% utilizza integratori. Di questi utenti, il 68,2% sono uomini e il 31,8% donne. La maggior parte degli intervistati, il 63,7%, ha un'istruzione superiore. È stato osservato che il 69% pratica esercizio fisico per più di un anno e il 35,4% pratica esercizio fisico da tre a sei ore alla settimana. L'allenamento con i pesi è stata l'attività fisica più citata, praticata dal 41,6%. Il 42,4% aveva come obiettivo principale l'aumento di massa e il tipo di integratore più consumato erano proteine ​​e aminoacidi (56,1%), mentre il 92,4% era soddisfatto dell'uso. La fonte dell'indicazione è stata fornita nel 36,4% dei casi dal nutrizionista/medico e la spesa mensile per gli integratori alimentari è stata superiore a R$151,00 (34,8%). Si è concluso che l'uso di integratori nel gruppo analizzato è elevato, ma la maggior parte di loro ha una guida adeguata. Ma vale la pena ricordare che l'uso cresce ogni anno in eccesso. Pertanto, è necessario aumentare il numero di ricerche relative a questo argomento al fine di contribuire a un migliore utilizzo di queste sostanze e garantire la sicurezza nel loro utilizzo.

Riferimenti bibliografici

-Araújo, M.F.; Navarro, F. consumo de suplementos nutricionais por alunos de uma academia de ginástica, Linhares. Rev. Brasileira de Nutrição Esportiva. Vol. 2. Núm. 8. p. 46-54. 2008.

-Biesek, S.; e colaboradores. Estratégias de nutrição e suplementação alimentar no esporte. Manole. 2005.

-Biesek, S.; Côrte, S. Nutrição: Um caminho para a vitória. Guia alimentar para desportistas. Nutroclínica. 1997. 204 p.

-Dantas, E.H.M. A prática da preparação física. 5ªedição. Shape. 2003.

-Hallak, A.; Fabrini, S.; Peluzio, M.C.G. Avaliação do consumo de suplementos nutricionais em academias da zona sul de Belo Horizonte. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. Vol. 1. Num. 2. p. 55-60. 2007.

-Hirschbruch, M.D.; Fisberg, M.; Mochizuki, L. Consumo de suplementos por jovens frequentadores de academias de ginástica em São Paulo. Revista Brasileira de Medina do Esporte. Vol.14. Núm. 6. p. 539-543. 2008.

-Junqueira, J.M.; e colaboradores. Uso de suplementos nutricionais e conhecimentos dietéticos de frequentadores de academia em Botucatu/SP. Revista Nutrição em Pauta. Ano. 15. Num. 85. p. 57-63. 2007.

-Krause, M. Alimentos, Nutrição e Dietoterapia. 11º edição. 2005.

-LanchaJunior, A.H. Nutrição esportiva: uma visão prática. Manole. 2008.

-Lajolo, F.M.; Pereira, R.F.; Hirschbruch, M.D. Consumo de suplementos por alunos de academias de ginástica em São Paulo. Revista de Nutrição. Vol. 3. Núm. 16. p. 265-272. 2003.

-Linhares, T. C.; Lima, R. M. Prevalência do uso de suplementos alimentares por praticantes de musculação nas academias de Campos dos Goytacazes-RJ, Brasil. Vértices. Vol. 8. Núm. 1/3. p. 101-122. 2006.

-Monteiro. S.M.N. Glutamina e exercício: Metabolismo, Imunomodulação e Suplementação, Nutrição saúde e performance. Anuário de nutrição esportiva funcional. Vol. 7. Núm. 32. p. 34-37. 2006.

-Neto, T.L.B. A Controvérsia dos Agentes Ergogênicos: Estamos subestimando os Efeitos Naturais da Atividade Física? Arquivos Brasileiros de Endocrinologia & Metabologia. Vol. 45. Num. 2. 2001. p. 121-122.

-Rezende, M.; Tirapegui, J. Relação de alguns suplementos e o desempenho físico. Alan. Vol. 50. Núm. 4. 2000.

-Schneider, C.; e Colaboradores. Consumo de suplementos nutricionais por praticantes de exercício físico em academias de musculação de balneário Camboriú-SC. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. Vol. 2. Num. 11. p. 307-322. 2008.

-Silva, R. C. R.; Zeiser, C. C. O uso de suplementos alimentares entre os profissionais de educação física atuantes em academias da cidade de Florianópolis. Nutrição em pauta. Ano 15. Núm. 86. p. 30-33. 2007.

-Tirapegui, J. Nutrição, metabolismo e suplementação na atividade física. Atheneu. 2005. p. 300.

Pubblicato
2015-01-31
Come citare
Moreira, N. M., Navarro, A. C., & Navarro, F. (2015). Consumo di integratori alimentari nelle palestre di Cachoeiro de Itapemirim/ES. RBNE - Giornale Brasiliano Di Nutrizione Sportiva, 8(48), 363-372. Recuperato da https://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/view/479
Sezione
Articoli Scientifici - Original