Composición corporal de practicantes de musculación y atletas de judo de academias de Campo Grande-MS
Resumen
Objetivou-se avaliar a composição corporal de practicantes de musculação and atletas de judô. Estudo transversal descriptivo con 50 participantes, de ambos sexos, entre 18 y 35 años, con práctica regular de pelo menos tres veces por semana, duración de 60 minutos/día, con tempo mínimo de práctica de 6 meses y que assinaram o Termo de Permiso Livre y Esclarecido. Como medidas aferidas por peso, estatura, pregas cutâneas y circunferências. Para calcular el porcentaje de gordura corporal para utilizar el protocolo de três pregas cutâneas, se obtiene una densidade corporal, a qual foi convertida em percentual de gordura corporal (GC). Do total de participantes, 29 eran sexo femenino y 21 masculino. Se encontró una modalidad de musculación media de peso de 63,77 kg, altura de 1,66 m, circunferencia del cinturón (CC) de 73,4 cm y Relação Quadril Belt (RCQ) de 0,76 cm, predominando el sexo femenino en esta categoría. No judô foi observó peso promedio de 74,50 kg, altura de 1,70 m, CC de 81,6 cm y RCQ de 0,83 cm, con predominio masculino. Houve uma diferença estatística significante (p <0,0001) entre las dos categorías analizadas, presentando predominancia de masa magra nos atletas de judô (57,95%) y detrimento dos pracantes de musculação (50,27%). Ao se avaliar a massa gorda, a predominância foi nos practicantes de musculação com média de 28,4% y relação aos atletas de judô´ (18,8%). Dessa form, ressalta-se a importância de se conhecer o perfil nutricional desse público, com base no diagnostic nutricional, podendo fazer a diferença no desempenho físico.
Citas
Bernardes, A. L.; Della Lucia, C. M.; Faria, E. R. Consumo alimentar, composição corporal e uso de suplementos nutricionais por praticantes de musculação. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. Vol. 10. Num. 57. 2016. p. 306-318. Disponível em: <http://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/view/639>.
Esteves, A. B.; Oliveira, C. R.; Guimarães, F. S. G.; Ribeiro, M. A.; Santos, T. D.; Enes, B. N. Correlação entre medidas antropométricas de alunos matriculados em uma academia na cidade de Governador Valadares, Minas Gerais. Universidade Vale do Rio Doce. 2013. Disponível em:< https://www.univale.br/correlacao-entre-medidas-antropometricas-de-alunos-matriculados-em-uma-academia-na-cidade-de-governador-valadares-minas-gerais/>.
Fernandez, B. C. S.; Cabral, S. T. D.; Sanches, F. L. F. Z. Perfil nutricional e uso de suplementação entre praticantes de musculação e atletas de judô em academias de Campo Grande-MS. BRASPEN Journal. Vol. 3. Num. 31. 2016. p. 242-246.
Hokama, L. M.; Rodrigues, G. C. G.; Sanches, F. L. F. Z. Avaliação do consumo alimentar de praticantes de musculação e atletas de judô de academias de Campo Grande-MS. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. Vol. 13. Num. 80. 2019. p. 557-564.Disponível em: <http://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/view/1399>.
Jackson, A.S.; Pollock, M.L. Generalized equations for predicting body density of men. British Journal ofNutrition. Vol. 40. 1978. p. 497-504.
Jackson, A.S.; Pollock, M.L.; Ward, A. Generalized equations for predicting body density of women. MSSE. Vol. 412. 1980. p. 175-182.
Siri, W.E. Body composition from fluids spaces and density: analyses of methods. In Techniques for measuring body composition, Washington, DC. National Academy of Science and Natural Resource Council.1961.
Júnior, R. S.; Abreu, W. C.; Silva, R. F. Composição corporal, consumo alimentar e hidratação de praticantes de musculação. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. Vol. 11. Num. 68. 2018. p. 936-946. Disponível em: <http://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/view/932>.
Luz, T. B.; Siqueira, O. D.; Crescente, L. A. B.; Garlipp, D. C. Composição corporal e risco de desenvolvimento de doenças cardiovasculares em iniciantes de musculação. Revista de Iniciação Científica da ULBRA. Canoas. Num. 15. 2017. p. 44-53.
Malta, D. C.; Andrade, S. S de A.; Santos, M. A. S.; Rodrigues, G. B. A.; Mielke, G. I. Tendências dos indicadores de atividade física em adultos: Conjunto de capitais do Brasil 2006-2013. Revista Brasileira de Atividade Física e Saúde. Pelotas. Vol. 20. Num. 2. 2015. p. 141-151.
Massart, A.; Silva, E. R.; Silva, N.; Fernandes, J.; Ferreira, J. P. Efeitos da prática de judô na composição corporal e na aptidão física de judocas portugueses com deficiência visual. Revista Científica da Faculdade de Ciências do Desporto e Educação Física. Lisboa. Vol. 3. Num. 1. 2017. p. 6-13.
Mazzoccante, R. P.; Sousa, I. C.; Mendes, L. C. V.; Mendes, M. C. V.; Asano, R. Y. Comparação da prevalência de métodos de perda de peso pré-competição em judocas de diferentes categorias. Revista Brasileira de Ciências do Esporte. Vol. 38. Num. 3. 2016. p. 297-302.
Morais, T. M. S.; Santos, V. R. M. S.; Sá, O. M. S. Diagnóstico nutricional da seleção masculina Piauiense de Judô. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. Vol. 11. Num. 66. 2017. p.682-688. Disponível em:<http://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/view/873>.
Shariat, A.; Shaw, B. S.; Kargarfard, M.; Shaw, I.; Lam, E. T. C. Kinanthropometric attributes of elite male judo, karate and taekwondo athletes. Revista Brasileira de Medicina do Esporte. Vol. 23. Num. 4. 2017.p. 260-263.
Oliveira, M. R. M.; Fagundes, R. L. M.; Moreira, E. A. M.; Trindade, E. B. S. M.; Carvalho, T. Relação de indicadores antropométricos com fatores de risco para doença cardiovascular. Arquivos Brasileiros de Cardiologia. Vol. 94. Num. 4. 2010. p. 478-485.
Pollock, M. L.; Wilmore, J. H. Exercícios na saúde e na doença. Rio de Janeiro. Medsi. 1993.
Silva, A.A.; Fonseca, N.S.L. N.; Gagliardo, L.C. A associação da orientação nutricional ao exercício de força na hipertrofia muscular. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. Vol. 6. Num. 35. 2012. p. 389-397. Disponível em: <http://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/view/340>.
Silvino, D.; Silva, J. Avaliação nutricional de praticantes de musculação das academias de Matureia-PB. Revista Brasileira de Nutrição Esportiva. São Paulo. Vol. 11. Num. 66. 2017. p. 708-718. Disponível em: <http://www.rbne.com.br/index.php/rbne/article/view/885>.
Ministério da Saúde. Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional (SISVAN). Vigilância alimentar e nutricional: orientação básica para a coleta, o processamento, a análise de dados e a informação em serviços de saúde. Brasília. 2004.
Soares, M. S; Silva, M. G. F.; Silva, M. F. G. Análise e comparação da estimativa do percentual de gordura corporal em praticantes de musculação. Encontro de Extensão, Docência e Iniciação Científica. Vol. 5. Num. 1. 2018.
Viana, C. M.; Pereira, E. S. Análise e correlação entre antropometria, preensão manual e capacidade motora específica de judocas. Revista Brasileira de Prescrição e Fisiologia do Exercício. Vol. 12. Num. 77. 2018. p. 653-661. Disponível em: <http://www.rbpfex.com.br/index.php/rbpfex/article/view/1417>.
World Health Organization (WHO). Obesity: Preventing and Managing the Global Epidemic. Report of a WHO Consultation on Obesity. Geneva. 1998.
Derechos de autor 2021 RBNE - Revista Brasileira de Nutrição Esportiva

Esta obra está bajo licencia internacional Creative Commons Reconocimiento-NoComercial 4.0.
Los autores que publican en esta revista aceptan los siguientes términos:
- Los autores conservan los derechos de autor y otorgan a la revista el derecho de la primera publicación, con el trabajo licenciado simultáneamente bajo una Creative Commons Attribution License BY-NC que permite compartir el trabajo con el reconocimiento de autoría del trabajo y la publicación inicial en esta revista.
- Los autores están autorizados a celebrar contratos adicionales por separado, para la distribución no exclusiva de la versión del trabajo publicado en esta revista (por ejemplo, publicar en un repositorio institucional o como capítulo de un libro), con reconocimiento de autoría y publicación inicial en esta revista.
- Se permite y se anima a los autores a publicar y distribuir su trabajo en línea (por ejemplo, en repositorios institucionales o en su página personal) en cualquier momento antes o durante el proceso editorial, ya que esto puede generar cambios productivos y aumentar el impacto y la cita del trabajo publicado (Consulte El Efecto del Acesso Abierto).